Outubro 23, 2014

Hotel Dolce CampoReal Lisboa

Quantas vezes não nos apetece mudar de ares, ou respirar outros, sair da cidade nem que seja mesmo só durante um fim-de-semana? Muitas, imagino...

Por vezes também não o fazemos não só por uma questão monetária, mas também por uma questão de tempo. Porque associamos o ir para fora da cidade ao ir para (muito) longe. Localizado em Torres Vedras, a apenas 30m de Lisboa, o Hotel Dolce CampoReal, um resort de luxo, rodeado da lindíssima paisagem do Oeste, oferece-nos tudo o que precisamos para uns dias de puro "dolce far niente".
A pensar então no nosso merecido descanso, o Dolce CampoReal lança hoje uma campanha especial para os seus fãs no Facebook. Durante apenas 48h os fãs da página vão poder reservar a sua estadia neste hotel 5 estrelas, a um preço exclusivo de 60€ por noite.

Entre outras comodidades tais como ténis e equitação, uma magnífica piscina e um campo de golfe a perder de vista o Dolce CampoReal tem também um spa "Divine By Ritual" que conta com diversos terapeutas e tratamentos e também uma nova carta a experimentar no Restaurante "Grande Escolha" com assinatura do chef Rui Fernandes.
Para usufruírem desta oferta basta fazerem "like" na página do Dolce CampoReal  e entre hoje e amanhã fazerem a reserva, (mais informações aqui),  para os próximos meses de Novembro e Dezembro, por apenas 60€/noite em Quarto Deluxe.

*Escrito em colaboração com o Hotel Dolce CampoReal

Crónicas da Inês #5

Apeteces-me:
Tenho fome de ti. Fome de revirar os lençóis da tua cama, sentir as gotas do teu suor caírem sobre a minha pele húmida ávida do teu toque. 

Tenho vontade de ti. Vontade de sentir os nossos corpos nus descontrolados e a paixão com que as tuas mãos grandes, morenas e másculas agarram as minhas coxas brancas enquanto gemo de desejo por ti. Vontade deste sentir oblativo que nos une e faz ansiar por mais.

Tenho um peito que arde de saudade tão louca que dói, agonia, sentimento irracional que me tira o sono e me impede de dormir.  

Tenho sede do teu olhar. Olhos negros sem fundo. Sede do teu peito duro contra o meu. Das nossas línguas entrelaçadas, os teus braços compridos que se apoderam sem pudor de mim e me envolvem sem deixar sobrar pedaço do meu corpo. Cheiro de velas queimadas no ar, falar coisas sem rodeios, ficar tonta da tua intensidade, pernas que tremem, pensamentos que deambulam. 

Tenho o querer da serenidade que fica depois, corpos despidos abraçados no nada, corpo teu que é meu, arrepios na pele do calor que desvanece. 

Apeteces-me. Agora. Ontem, hoje, amanhã. Sempre. 

Outubro 22, 2014

Adidas Take #2-6

 Fotos: Hugo Campos; Maquilhagem- Su Ferro.

Outubro 21, 2014

Estou quase a fazer anos #3 (2014)


Imagens © Direitos reservados

Outubro 20, 2014

Princípio da Semana #11


sau·da·de- (latim solitas, -atis, solidão), lembrança grata de pessoa ausente ou de alguma coisa de que alguém se vê privado; Pesar, mágoa que essa privação causa; Boas lembranças ou recordações.

Associamos muito saudade a um sentimento negativo, algo que nos pesa, que nos é doloroso. Na maior parte das vezes é-o de facto. A saudade dói, provoca contracções musculares, faz com que tudo perca a cor, faz com que o amarelo se torne em cinza, faz com que tudo nos pareça simplesmente triste.

Mas não tem que necessariamente ser sempre assim, podemos também senti-la de forma positiva, quando nos lembramos de algo da nossa infância, ou adolescência, de uma música, de um momento ou de uma paisagem que nos ficou gravada na memória por exemplo. Tudo depende da nossa forma de olhar para o que aconteceu, dado que saudade pressupõe sempre olhar para trás, mesmo que esse atrás seja ontem. Já é passado, passou, ficou. Faz parte de nós, da nossa vivência, da nossa história.

A saudade é para mim dos sentimentos mais difíceis de definir e acredito que é provavelmente dos estados mais trabalhosos de gerir internamente. Quando estamos felizes, existem os abraços, o carinho, as gargalhadas, quando estamos tristes existem as lágrimas, os desabafos, o colo de alguém, quando estamos com raiva há a vontade de ficar longe, damos uso às palavras, aos gritos mais ou menos silenciosos, quando estamos com saudade, não existe nada… Não há a presença, não existe o cheiro, o olhar, o sorriso, a voz ou qualquer proximidade do que se quer por perto e não há nada, nenhum mecanismo de resposta, dentro de nós, pronto a actuar.

Saudade é um vazio que sentimos que é preenchido pela vontade, é uma sede que não sacia, é uma fome que não acaba. Saudade é acima de tudo falta. Falta de algo, ou de alguém. Saudade é estarmos ou nos sentirmos sós e rodeados de uma presente ausência, de pensamentos recorrentes e de desejos intermináveis.

Saudade é sonhar acordado, revivendo "in repeat" aqueles momentos, aquela pessoa ou aquela situação. Saudade é parecer que o tempo passa devagar, é contá-lo e acreditar que que ele está mais lento.

Saudade é um sentimento que nos une e que liga a todos.
Todos sentimos saudade(s) de alguém, de algo, de um momento, de uma noite, de uma determinada hora, de uma gargalhada, de um toque, de um cheiro, de uma vida, de uma pele que já tivemos.

"Saudade tem rosto, nome e sobrenome. Saudade tem cheiro, tem gosto.
Saudade é a vontade que não passa. É ausência que incomoda.
Saudade é a prova de que tudo vale a pena…" Lu Oliveira


Imagem © Direitos reservados

Outubro 19, 2014

Happy Days/Happy Thoughts #5

“Life is like a Carousel:
Sometimes you’re up 
and sometimes you’re down,
and sometimes you just go round and round.
Just remember to enjoy the ride!”

Outubro 17, 2014

"Bom de Noz"

Entrar no Bom de Noz é como entrarmos na sala da nossa avó. Não há muitos sítios assim em que nos sentimos imediatamente "em casa", apesar de existir uma porta aberta para a rua. É impossível ficar indiferente ao ambiente, à decoração, ao espaço intimista e claro ao famoso Bolo de Noz que acaba por estar na génese do nome. A convite da Zomato, fui conhecer o espaço assim como o pequeno-almoço do Bom de Noz que tem tudo o que normalmente comemos, leite, iogurtes, sumo, pão, queijo e afins.
O pequeno-almoço é óptimo, a decoração e o espaço excelentes, mas não menos importante e de referir é a simpatia e a forma como fui recebida pela Joana, a super querida e não menos super simpática dona do espaço que quase teve que me expulsar, tal não era a vontade de ficar tarde fora!...
Eu, a Joana e a Su (a minha companheira nesta visita).
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